Em defesa dos serviços de saúde coletiva

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Imagem: reprodução Internet

Sem diálogo com os trabalhadores e transparência, Doria vem passando a boiada com seu “processo de reestruturação” nos serviços de saúde coletiva que estão ligados à Secretaria de Estado da Saúde (SES), como o Centro de Vigilância Sanitária (CVS), o Instituto Adolfo Lutz, o Instituto Pasteur, o Núcleo de Apoio às Operações Regionais (NAOR), o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) e a Superintendência de Controle de Endemias (Sucen).

Em sua coluna São Paulo em Foco, Marcolino explica que esse processo de reestruturação, iniciado em 2019, é na verdade o desmonte de serviços públicos importantes para a população, como é o caso do Instituto Adolfo Lutz.

O Instituto atua nas áreas de Ciência dos Alimentos e Química, Biologia Médica e Patologia, além de produzir conhecimentos relevantes para a saúde coletiva, desenvolvendo pesquisas aplicadas, promovendo e divulgando trabalhos científicos, colaborando na elaboração de normas técnicas, padronizando métodos diagnósticos e analíticos e organizando cursos de formação técnica e de especialização em Vigilância Laboratorial em Saúde Pública.

Hoje, os laboratórios do Adolfo Lutz estão com excesso de insumos vencidos por falta de demanda de solicitação de análises, faltam insumos para o atendimento das análises de águas e alimentos para atender às legislações vigentes. As instalações estão precárias para a realização das análises e com equipamentos sucateados.

“Não é de hoje que os governos do PSDB sucateiam institutos de pesquisa e saúde para justificar privatização dos mesmos”, ressalta Marcolino. Confira como foi a coluna dessa semana!

A Coluna São Paulo em Foco, com comentários de Marcolino, é sempre às quartas-feiras, a partir das 17h15, na Rádio Brasil Atual 98,9FM – https://www.redebrasilatual.com.br/radio/